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4 em 10 Empresas Tem Medo de Perder Controle de Dados na Nuvem, mostra Estudo

January 2016


Cerca de 60% das empresas citam segurança e 40% perda de controle físico sobre dados

Cerca de 60% das empresas citam segurança e 40% citam perda de controle físico sobre dados como as principais preocupações associadas à tecnologia na nuvem, de acordo com uma pesquisa realizada pela NetWrix. Estes receios são seguidos por dependência de conexões à internet, conformidade e questões ligadas à recuperação de desastres.

A maioria das empresas acha que a nuvem é inseguro porque falta visibilidade sobre as atividades de usuários. Eles nunca saberiam o que está acontecendo. Firmas estão com medo de que a migração para a nuvem aumentaria os riscos de acessos não autorizados (69%) e invasão de conta (43%).
 
Um modelo de implantação híbrido é considerado a melhor maneira de explorar a tecnologia na nuvem, sem risco significativo. 44% dos entrevistados prefeririam este método a usar diretamente apenas tecnologia na nuvem. E 37% das empresas estariam prontas para investir em infraestruturas de nuvem privada para segurança adicional.
 
Segundo a pesquisa, as PMEs dão valor à continuidade de negócios quase na mesma medida de grandes empresas, e não confiam em tecnologias na nuvem. Perder uma oportunidade de recuperação rápidas de desastres, em caso de qualquer incidente, é a próxima preocupação de PMEs relacionados com a nuvem. Empresas de pequeno e médio porte também esperam que os custos de migração para a nuvem exceda seus orçamentos. NO geral, 65% das PMEs e 71% das grandes empresas percebem auditoria contínua da infraestrutura na nuvem como uma parte muito importante da garantia da segurança da integridade dos dados. Cerca de 28% das organizações acham que auditoria de infraestrutura na nuvem é razoavelmente importante.
 
Médias e grandes empresas valorizam ainda mais auditorias em ambientes de TI que requerem um controle mais granular sobre mudanças críticas e atividades de usuários privilegiados.
 
A pesquisa foi realizada no Q3 de 2015, e incluiu profissionais de TI de 611 empresas, representando 24 indústrias.